Um Templo para recebermos Alex Grey

Para recepcionar Alex Grey e todos vocês, a tradicional cobertura do Solaris se torna um verdeiro templo. Com arcos, colunas e uma cúpula mística, no centro, elevada a 16 metros de altura!Debaixo dessa estrutura, um palco abrigará a performance deste que é o maior ícone vivo da arte visionaria-espiritual. Alex e sua mulher Allyson continuarão a pintura da super tela iniciada na Tribe 7 Anos (2007).

Essa tela representa e simboliza a força da nossa pista!

Salve Solaris!

Cenografia TRIBE CLUB

O Tribe Club chega a um novo patamar estrutural e cenográfico !

Inspirado na arquitetura de Santiago Calatrava e capitaneado pela Sagaz Corp este projeto consumiu meses de trabalho e planejamento. Com 8 metros de altura e 36 de diâmetro essa estrutura arrojada irá abrigar nosso querido Club.

Nas imagens vocês podem ver a maquete em diversos ângulos. A visão interna mostra o palco conectado à estrutura de cobertura da pista.

No detalhe do mapa vocês podem ver a nova localização do Club, mais espaçosa e pronta pra receber a pista que sonhamos.

Entrevista: Layo & Bushwacka

Quem entra no Twitter do Layo & Bushwacka logo vê que eles são descontraídos, em sua descrição eles colocam: “DJs, produtores, um pouco de leitura, escrita e fotografia, muita comida e viagens. Tudo para não ter um emprego honesto”. Confira a entrevista onde a dupla fala um pouco sobre a cena eletrônica de Londres e o que eles esperam da TRIBE dia 07/07!

1 – Como está a cena eletrônica em Londres atualmente?

Bem, a cena aqui está bem diferente do que era antes, por diversas razões. Há menos clubes estabelecidos e aqueles que o estão a muito tempo já não possuem mais o mesmo status, é difícil para um clube fazer isso por muitos e muitos anos. No entanto, no East London, existem muitas festas nos armazéns, que é o principal centro de clubes e boates, mas também temos festivais toda semana no Reino Unido e na Europa, para onde os voos são muito baratos, de modo que é uma opção real, bem como clubes de todos os lugares, de Berlim a Ibiza.

2 – Quem são suas maiores influências musicais neste momento?

Como a cena tem crescido muito teríamos que citar uma grande quantidade de artistas e produtores. É absolutamente incrível a quantidade de música que está sendo feito agora. E as coisas mudam muito rápido, o que é maravilhoso num momento já desapareceu no próximo. A música que tocamos agora é muito diferente da que escutamos em casa. Você precisa da real energia da música quando está em uma festa, já em casa eu prefiro a música que de uma maneira diferente me leva para outro lugar. O álbum que eu estou ouvindo em casa é o novo de Bobby Womack, “o homem mais corajoso do mundo”, quando estou nas pick ups é outra história, eu teria muitos nomes para listar aqui!

3 – Conte-nos uma track que você certamente irá tocar na Tribe.

Tocaremos techno com certeza! Mas para ser honesto eu não sei ainda alguma track específica, eu nunca sei o que tocarei até o momento em que estou prestes a fazê-lo.

5 – O que você espera de sua próxima apresentação na Tribe? E do público brasileiro?

A Tribe é sempre uma festa louca, normalmente chegamos com o sol nascendo e aquele sempre é o momento perfeito para tocar!

6 – Você tem novos lançamentos para este ano?

Sim, temos nosso primeiro álbum em seis anos, o “Rising and Falling”, que será lançado em outubro deste ano.

A dupla Layo & Bushwacka toca no TRIBE CLUB – 07h00